Comunicação Não-violenta: 8 dicas de comunicação para ter sucesso profissional e pessoal


Postado em 25/05/2020

 

 

 

 

 

 

Trabalhada em cima da empatia, a Comunicação Não Violenta (CNV) nos ajuda a nos colocarmos no lugar uns dos outros, gerando maior compreensão sobre algo. Nesse trabalho empático, passamos a ser mais observadores e perceptíveis, tendo a sensibilidade para olhar e identificar sentimentos e necessidades, e iniciar a conversa de forma clara e específica.

Quando colocamos essas ações no nosso dia a dia, aprendemos a identificar o ponto característico da conversa, o seu foco e as necessidades – nossas ou da outra pessoa. São elas que, de fato, nos conectam e criam características comuns a todos nós.

Assim, em vez de julgarmos uma pessoa em razão do “porquê ela fez isso ou falou aquilo”, procuramos identificar quais são as necessidades dela que não estão sendo atendidas e que podem ser a possível causa desse ato ou dessa fala.

 

1 - Ouça de verdade e faça perguntas, em vez de deduzir

Em meio a uma conversa, procure ouvir mais. Não fique deduzindo coisas. Ouça de maneira presente o outro. Não haja impulsivamente.

 

2 - Esforce-se para compreender o que o outro está dizendo

A comunicação clara é importantíssima. Durante uma conversa entre duas pessoas, é difícil cada uma entender o outro lado. Por isso, tente perguntar novamente o que foi dito, respire, faça uma pausa e deixe o cérebro trabalhar.

 

3 - Claridade em suas colocações

Seja verdadeiro e objetivo. Faça com que a pessoa entenda plenamente o que você está dizendo. Vale dizer, também, que você está solícito e aberto a mais explicações, caso a outra pessoa não tenha entendido.

 

4 - Respeito acima de tudo, para também ser respeitado

Para entender as necessidades de uma pessoa, comece por respeitar sua forma de pensar, sentir e falar, assim como você exige isso em relação a si mesmo.

 

5 - Busque ser empático (de verdade)

Empatia tem relação com sentimentos, e não apenas com a razão, ou seja, você pode observar racionalmente as necessidades de alguém sem ser empático, sem se conectar com os sentimentos da pessoa. Nesse caso, você está trabalhando a simpatia. Para chegar à empatia, o exercício é ouvir e experienciar o que o outro sente por dentro.

 

6 - Trabalhe sua paciência

É importante respeitar o tempo do outro e o seu próprio tempo. Não é porque você é capaz de fazer algo em cinco minutos que o outro deva fazer também. Seja claro e paciente. Procure fugir da ideia de que o seu tempo é o tempo do outro.

 

7 - Evite o vitimismo sentimental

O ego tem diversas armadilhas para o nosso bem-estar. Uma delas é se colocar como vítima sentimental – sintoma popularmente conhecido como Síndrome de Hardy, em homenagem ao personagem pessimista do desenho animado Lippy e Hardy. Para a CNV, assim como para diversas filosofias orientais, como o budismo, nós somos os únicos responsáveis pelos nossos sentimentos, independentemente do fator externo.

 

8 - Generosidade é a alma do negócio

Para a CNV, a generosidade, o dar naturalmente (sem interesses), é o estado natural do ser humano. Vale dizer que “dar” pode ser “dar o seu tempo” ou “dar seus ouvidos”, e não bens materiais. Por isso, ceder o lugar do “eu” para o “nós” torna as relações afetivas e pessoais muito mais fáceis.

 

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